Vencendo a Rotatividade: Estratégias de Retenção e Capacitação de Talentos em Hospitais
- AHESC-FHESC
- há 2 dias
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A rotatividade de colaboradores, conhecida como turnover, é historicamente um dos maiores desafios da gestão hospitalar. Além do impacto financeiro direto — custos com rescisões, novas contratações e treinamentos —, a perda frequente de talentos afeta a continuidade do cuidado e a cultura organizacional.
Para a Associação dos Hospitais de Santa Catarina (AHESC) e a Federação de Hospitais e Entidades Filantrópicas de Santa Catarina (FHESC), vencer a rotatividade em 2026 exige uma mudança de postura: deixar de ver a gestão de pessoas apenas como um departamento pessoal burocrático para encará-la como um eixo estratégico de sustentabilidade.
O Custo Invisível da Perda de Talentos Quando um técnico de enfermagem experiente ou um gestor de faturamento deixa a instituição, ele leva consigo o conhecimento tácito dos processos internos. A curva de aprendizado de um novo colaborador pode levar meses, período em que a eficiência operacional tende a cair.
Em um cenário de margens estreitas, seja na saúde suplementar ou na filantropia, reter quem performa bem é mais econômico e inteligente do que contratar novos profissionais constantemente.
Estratégias de Solução: Capacitação e Plano de Carreira Nossas entidades defendem que a retenção se constrói através da valorização. Isso inclui:
Educação Continuada: Apoiar a participação em cursos e treinamentos (como os oferecidos e apoiados pelas entidades) demonstra interesse no crescimento do profissional.
Planos de Carreira Claros: O colaborador precisa visualizar seu futuro dentro da instituição.
Clima Organizacional e Saúde Mental: Programas de bem-estar (alinhados ao Janeiro Branco) reduzem o esgotamento e aumentam o engajamento.
A Visão da Diretoria Para Alciomar Marin, Diretor-Executivo da AHESC e da FHESC, o capital humano é o ativo mais valioso do setor:
“Investir no capital humano é o melhor indicador de desempenho de qualquer hospital. A capacitação eleva a qualidade do serviço e, principalmente, reduz os custos operacionais decorrentes de erros e retrabalho. O colaborador que se sente capacitado e valorizado veste a camisa e permanece na instituição, garantindo a segurança e a excelência que o paciente merece.”
O ano de 2026 deve ser marcado pela gestão de talentos. Convidamos os gestores a revisarem suas políticas de RH e a utilizarem os recursos e parcerias que a AHESC e a FHESC oferecem para o desenvolvimento de suas equipes. Quem cuida de quem cuida, garante o futuro da instituição.


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